Thou who art the common good do not be scared. Fear not! Wait before. The OLPI & I is an organization that unites the Iberian and Irish briefly join the Greek lords against the EU, IMF, and managers of incognito designs and other acronyms $ dire. Do not be shy! The sin is indifference.Given the recent attacks by the "markets", a euphemism applied to capitalist gluttons, as if markets were not ours, can not stay quiet. Fight like a starving animal! Do not be hunting.This organization fights because- The money belongs to all, has no owner, color, face;- the lines of communication are all unowned, below the medieval toll! Yet we learn in school that feudalism was abolished with the liberal revolution! Burn in all the books that say this or stick to what they say.- power is all!Privatize garbage collection, dammit. This same garbage. The rail line to nowhere!Men of little faith, OLPI & I will listen!
Ad mortem pugnaremus!
quinta-feira, 24 de março de 2011
AD MORTEM PUGNAREMUS
Tu que estás pelo bem comum não fiques assustado. Nada temas! Espera antes. A OLPI & I é uma organização que une os povos ibéricos e irlandês, brevemente aderirá o grego, contra os cinzentões da UE, do FMI, e gestores incógnitos de desígnios $ e outras siglas medonhas. Não te acanhes! O pecado é a indiferença.
Perante os últimos ataques dos "mercados", eufemismo aplicado aos comilões capitalistas, como se os mercados não fossem nossos, não podes ficar quieto. Luta como um animal esfomeado! Não te deixes caçar.
Esta organização luta porque
- o dinheiro é de todos, não tem dono, cor, cara;
- as vias de comunicação são de todos, não têm dono, abaixo as portagens medievais! Ainda nos ensinam na escola que o feudalismo foi abolido com a revolução liberal! Queimem-se todos os livros que digam isso ou cumpra-se o que dizem.
- a energia é de todos!
Privatizem a recolha do lixo, porra. Isso mesmo do lixo. A linha férrea para lado nenhum!
Homens de pouca fé, a OLPI&I ouvir-se-á!
Ad mortem pugnaremus!
Perante os últimos ataques dos "mercados", eufemismo aplicado aos comilões capitalistas, como se os mercados não fossem nossos, não podes ficar quieto. Luta como um animal esfomeado! Não te deixes caçar.
Esta organização luta porque
- o dinheiro é de todos, não tem dono, cor, cara;
- as vias de comunicação são de todos, não têm dono, abaixo as portagens medievais! Ainda nos ensinam na escola que o feudalismo foi abolido com a revolução liberal! Queimem-se todos os livros que digam isso ou cumpra-se o que dizem.
- a energia é de todos!
Privatizem a recolha do lixo, porra. Isso mesmo do lixo. A linha férrea para lado nenhum!
Homens de pouca fé, a OLPI&I ouvir-se-á!
Ad mortem pugnaremus!
sexta-feira, 4 de março de 2011
Outra ode
Ouve os sons não importa quais e inventa olhares
que tragam trigo e águas sóbrias
Olha os tempos que vêm e aprisiona com palavras o teus ideais
ciente duma verdade universal solta-lhe as amarras
Sente os buracos do caminho sendo longo tanto melhor
e aproveita a viagem que a invenção te oferece
Respira os odores breves reminiscências duma natureza
que vai e vem indiferente à forma por isso livre
Arranja dentro de ti calma e imaginação e sem preconceitos
enfrenta os desafios que a liberdade te oferece
E mesmo discutindo a beleza governarás o mundo tanto melhor
se a palavra for verdadeiro sabre
Que importa ao pedreiro a marca e a cor da massa se for boa
para ligar os seus tijolos e fizer a vontade ao criador
Assim poeta é a língua.
Campesino Sarças
que tragam trigo e águas sóbrias
Olha os tempos que vêm e aprisiona com palavras o teus ideais
ciente duma verdade universal solta-lhe as amarras
Sente os buracos do caminho sendo longo tanto melhor
e aproveita a viagem que a invenção te oferece
Respira os odores breves reminiscências duma natureza
que vai e vem indiferente à forma por isso livre
Arranja dentro de ti calma e imaginação e sem preconceitos
enfrenta os desafios que a liberdade te oferece
E mesmo discutindo a beleza governarás o mundo tanto melhor
se a palavra for verdadeiro sabre
Que importa ao pedreiro a marca e a cor da massa se for boa
para ligar os seus tijolos e fizer a vontade ao criador
Assim poeta é a língua.
Campesino Sarças
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Uma palavra chorava
Uma palavra chorava
por lhe tirarem o cê
fica mais pobre o projeto
e o arquiteto ficou mais simples
a olhar pro teto
a ver ir o pê
mudo como sempre
com ótimo aspeto.
E perentório tirou
o chapéu a um dos irmãos
como leem, veem
e de voo contente
o erre por ter mais atenção
de autorregozijo viu
segunda e janeiro
perderem estatuto
como santo e até senhor.
Que desorientação:
com ene pequeno o norte lá está
seja como for
para uns discreto
para outros deceção
vingaram-se no inverno
diminuiram o verão.
Mas o hifen caladinho
ali a um cantinho
porque ainda fica
por aí para confundir,
há de vingar-se da desfeita
e gerar confusão:
cor-de-rosa sim
mas de burro a fugir não?
E o acento esquecido
já não dá confusão nem erro
afinal como é?
começámos a aula
ou começamos...
jm, 19 janeiro 2011
por lhe tirarem o cê
fica mais pobre o projeto
e o arquiteto ficou mais simples
a olhar pro teto
a ver ir o pê
mudo como sempre
com ótimo aspeto.
E perentório tirou
o chapéu a um dos irmãos
como leem, veem
e de voo contente
o erre por ter mais atenção
de autorregozijo viu
segunda e janeiro
perderem estatuto
como santo e até senhor.
Que desorientação:
com ene pequeno o norte lá está
seja como for
para uns discreto
para outros deceção
vingaram-se no inverno
diminuiram o verão.
Mas o hifen caladinho
ali a um cantinho
porque ainda fica
por aí para confundir,
há de vingar-se da desfeita
e gerar confusão:
cor-de-rosa sim
mas de burro a fugir não?
E o acento esquecido
já não dá confusão nem erro
afinal como é?
começámos a aula
ou começamos...
jm, 19 janeiro 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Ode antiga
Conta histórias, meu amor, lindas
enquanto argênteo pente
desliza nos teus auricritinos.
Não fales de projectos.
Sintamos, e pouco, somente
leves e passageiros afectos.
Saboreia o pão e o vinho
e não deposites a prazo,
frui a sombra do caminho
que o futuro incerto é.
Nem olhemos que o tempo foge:
sintamos a vontade do perto;
o longe repudiemos.
Colhe flores, amor, embeleza a hora
com as flores mais daninhas
e perfumemos este instante
invejado pelos deuses
a quem o Tempo também lho nega.
JM 82
enquanto argênteo pente
desliza nos teus auricritinos.
Não fales de projectos.
Sintamos, e pouco, somente
leves e passageiros afectos.
Saboreia o pão e o vinho
e não deposites a prazo,
frui a sombra do caminho
que o futuro incerto é.
Nem olhemos que o tempo foge:
sintamos a vontade do perto;
o longe repudiemos.
Colhe flores, amor, embeleza a hora
com as flores mais daninhas
e perfumemos este instante
invejado pelos deuses
a quem o Tempo também lho nega.
JM 82
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Romance dos (o)fendidos
Era uma vez um povo embarcado
com viúvas e órfãos e cornudos a rodos
que saiu do rectângulo
com o trangulo mangulo
a descobrir e educar povos!
Finda a empreitada,
sentaram-se à sombra da obra
e das ferramentas já ferrugentas
carcomidas e roubadas ao tempo,
mas sempre a palrar no passado
como o gabarola de Esopo.
Vós que de humano o gesto tendes,
gretado o peito e empedernido
de tantas ofensas e sacrilégios
por dentro e por fora fendido
já por farpões arregimentados
livrai-vos de qualquer jeito
antes que sejais fundidos
totalmente,e incluídos no lote
dos romeiros indesejados.
Lá vai um destemido
com fúria grande e sonorosa
de pau ufano e feito
à procura da cicuta, em vão,
que socraticamente livrará
a nação desse ignavo sono
e grita-se em mole
como se acreditassem
num qualquer miserando encoberto!
Os mais velhos esgueiram um olhar
gasto e quase baço;
os assim assim ainda dardejam,
à socapa, como mastins acossados
por créditos a perder de vista;
os mais novos seguem indiferentes
de calças pendentes
de fones e tudo.
Os restantes, os eleitos,
arremessam as siglas mais brutais
com indiferença tal
que tanto se lhes dá que haja FMI,
BCE ou não,UE - Portugal!
JM - janeiro 2011
com viúvas e órfãos e cornudos a rodos
que saiu do rectângulo
com o trangulo mangulo
a descobrir e educar povos!
Finda a empreitada,
sentaram-se à sombra da obra
e das ferramentas já ferrugentas
carcomidas e roubadas ao tempo,
mas sempre a palrar no passado
como o gabarola de Esopo.
Vós que de humano o gesto tendes,
gretado o peito e empedernido
de tantas ofensas e sacrilégios
por dentro e por fora fendido
já por farpões arregimentados
livrai-vos de qualquer jeito
antes que sejais fundidos
totalmente,e incluídos no lote
dos romeiros indesejados.
Lá vai um destemido
com fúria grande e sonorosa
de pau ufano e feito
à procura da cicuta, em vão,
que socraticamente livrará
a nação desse ignavo sono
e grita-se em mole
como se acreditassem
num qualquer miserando encoberto!
Os mais velhos esgueiram um olhar
gasto e quase baço;
os assim assim ainda dardejam,
à socapa, como mastins acossados
por créditos a perder de vista;
os mais novos seguem indiferentes
de calças pendentes
de fones e tudo.
Os restantes, os eleitos,
arremessam as siglas mais brutais
com indiferença tal
que tanto se lhes dá que haja FMI,
BCE ou não,UE - Portugal!
JM - janeiro 2011
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Romance para o Lennon
Faz frio em Nova Iorque - em Bragança também
tristes novas anunciam - por esse mundo além.
Ninguém quer acreditar - na infâmia e malvadez
nem no gesto tão cruel - contra a vida singular.
Ninguém quer acreditar - mas já calaram o amor
que somou tantos sons - e harmonia ao universo.
Mataram-no cantam aedos - ali jaz sob a neve
mas não morreu sua alma - só mataram o corpo breve.
Dum golpe lhe sai uma flor - do outro uma rolinha
às costas traz a guitarra - a dar notas de harmonia.
O ódio e o amor juntaram-se - para assinalar o dia
ninguém quer acreditar - nessa tão triste notícia.
O amor plantado cresce - a cada lágrima vertida
que desliza pelos rostos - que por aí amam livres.
Anunciam novas tristes - por esse mundo além
em Bragança fará frio - em Nova Iorque também...
JM 10/12/1980
tristes novas anunciam - por esse mundo além.
Ninguém quer acreditar - na infâmia e malvadez
nem no gesto tão cruel - contra a vida singular.
Ninguém quer acreditar - mas já calaram o amor
que somou tantos sons - e harmonia ao universo.
Mataram-no cantam aedos - ali jaz sob a neve
mas não morreu sua alma - só mataram o corpo breve.
Dum golpe lhe sai uma flor - do outro uma rolinha
às costas traz a guitarra - a dar notas de harmonia.
O ódio e o amor juntaram-se - para assinalar o dia
ninguém quer acreditar - nessa tão triste notícia.
O amor plantado cresce - a cada lágrima vertida
que desliza pelos rostos - que por aí amam livres.
Anunciam novas tristes - por esse mundo além
em Bragança fará frio - em Nova Iorque também...
JM 10/12/1980
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